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A Chegada do Outono e a Síndrome do Olho Seco

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A chegada do outono marca mais um início de transformação. A temporada da queda das folhas, significa para muitos, um recomeço.

Principalmente no momento tumultuado em que vivemos, onde o maior medo tem sido o risco do Novo Coronavírus. 

Mas apesar da presença destes novos inimigos, não podemos descuidar dos antigos. Um deles é a Síndrome do Olho Seco, que tem maior incidência nesta época do ano e que estatisticamente, atinge mais as mulheres. 

Vamos ficar alerta e saber um pouco mais sobre o problema e como tratar?

Síndrome do olho seco

A chegada do outono e a síndrome do olho seco

A lágrima, ou filme lacrimal, é composta por água, sais minerais, proteínas e gordura, que tem a função de lubrificar, limpar e proteger o olho das agressões causadas por substâncias estranhas ou micro-organismos.

A anomalia na produção ou na qualidade destas lágrimas, é o que causa a síndrome do olho seco.

A condição acomete cerca de 340 milhões de indivíduos no mundo, provocando ressecamento na superfície do olho, da córnea e da conjuntiva, além de vermelhidão, ardor e coceira. 

Só no Brasil, cerca de dois milhões de pessoas são diagnosticadas com a Síndrome todos os anos.

Causas da síndrome do olho seco

A chegada do outono e a síndrome do olho seco

 

Como dissemos, a redução da função das glândulas lacrimais e a perda do componente aquoso da lágrima, que tem como consequência o envelhecimento, são algumas das principais causas desta condição.

Mas também, a presença de doenças sistêmicas e autoimunes como por exemplo, a síndrome de Sjögren, artrite reumatoide, lúpus, além do uso de certos medicamentos, como antidepressivos, antialérgicos e os betabloqueadores, podem aumentar as chances de ter o problema.

É comum também perceber a sensação de olho seco em ambientes onde há a evaporação excessiva provocada por fatores ambientais, como por exemplo, ar condicionado, vento, clima quente e seco, fumaça, etc.

Tratamentos indicados para a síndrome do olho seco

A chegada do outono e a síndrome do olho seco

Em percebendo o problema, a primeira providência é procurar um oftalmologista que vai a partir de exames, determinar quais os tratamentos indicados para cada caso.

Vamos ver alguns exemplo:

CASOS LEVES – Para os casos leves a indicação é quase sempre o uso de lágrimas artificiais quatro vezes ao dia e gel lubrificante à noite antes de se deitar.

MODERADOS – Nestes casos usa-se lágrimas artificiais sem preservativos, para que possam ser usadas várias vezes ao dia, e quando necessário, colírios anti-inflamatórios.

CASOS SEVEROS – Nestes casos, além dos tratamentos descritos acima, pode ainda ser indicado o uso de colírio de soro autólogo (preparado a partir do soro do próprio paciente), lentes terapêuticas ou ainda intervenções cirúrgicas, como correção de pálpebras, implante de glândulas salivares ou transplante de membrana amniótica.

Em portadores de disfunção de glândula de meibomius (blefarite, inflamação da região de borda palpebral), que são a causa mais comum de olho seco, pode-se recomendar, pode exemplo, o uso de lubrificantes para o tratamento sintomático.

Além disso deve-se fazer a higiene dos cílios com xampu neutro diluído em água, ou ainda usar espumas ou lenços especializados.

Estas medidas de higiene ajudam a diminuir as colônias bacterianas da base da pálpebra que causam degradação dos óleos e a inflamação local.

O uso de lágrimas artificiais

A chegada do outono e a síndrome do olho seco

Uma maneira eficiente de manter os olhos lubrificados é com o uso de lágrimas artificias.

Com uma composição similar à lágrima humana natural, sua aplicação alivia a coceira, deixando a sensação natural de olhos bem lubrificados e protegidos.

 Dependendo da composição, as lágrimas ainda ajudam a melhorar o filme lacrimal, tanto em quantidade quanto em qualidade.

Isso ocorre porque ela incrementa a lágrima alterada, criando um ambiente sem sintomas e propício para uma superfície ocular normal e regular.

Cuidados com a higiene

A chegada do outono e a síndrome do olho seco

Independente do momento delicado que vivemos, sempre que for usar algum medicamento deve tomar alguns cuidados com relação à higiene, caso contrário, pode contaminar os seus olhos.

  • Lavar bem as mãos com água corrente e sabão ou álcool gel 70%, é a primeira providência a ser tomada antes de levá-las aos olhos. Se não cuidar, além do coronavírus, a mão suja, pode levar sujeira e agentes que podem causar alergias e infecções aos olhos.
  • Aplique o colírio sem deixar a ponta do frasco encostar nos olhos. É a melhor maneira de não contaminar o frasco e consequentemente, contaminar os seus olhos com a sujeira.
  • Evite coçar os olhos! Com esta medida você evita levar micro-organismos que podem provocar doenças aos olhos.
  • Procure o oftalmologista! Se estiver sentindo algum sintoma, a melhor coisa a fazer é procurar o oftalmologista.

Tem alguma dica extra que quer contar para nós! Deixe nos comentários.

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